Somos ortodoxos, conservadores, pentecostais e Bibliocêntricos,
defendemos e cremos as seguintes doutrinas:
- Há um só Deus vivo e verdadeiro, soberano, eterno, de infinito poder e sabedoria, criador e conservador de todas as coisas visíveis e invisíveis; na unidade de sua divindade, há três pessoas de uma só substância, de existência eterna, igual em santidade, justiça, sabedoria, poder e dignidade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo – Êx 20.2,3; Dt 6.4; Sl 145.13; Mt 28.19,20; Mc 12.29; Lc 3.22; Tg 1.17;
- O Filho, que é a Palavra do Pai, encarnou-se no ventre da virgem Maria, reunindo assim duas naturezas inteiras e perfeitas: a divina e a humana, para ser conhecido como verdadeiro Deus e verdadeiro homem, que sofreu, foi crucificado, morto e sepultado e ressurreto, derrotando a morte, reconciliando-nos assim com o Pai e fazendo expiação pelos nossos pecados – Lc 1.35; Jo 3.31; Cl 1.15-20; Hb 4.15; Ap. 1. 17-18.
- Jesus Cristo foi crucificado, morto e sepultado, verteu seu sangue para remissão dos pecados e regeneração dos pecadores arrependidos – Rm 5.9; Hb 9.14;
- Cristo verdadeiramente ressuscitou dentre os mortos em seu corpo, glorificado, com todas as características da natureza humana, e subiu ao céu e assentou-se à destra do Pai, de onde há de vir para julgar os vivos e os mortos – At 2.32-36; 2Tm 4.1; 1Jo 3.2;
- O Espírito Santo, que procede do Pai e do Filho, verdadeiro e eterno Deus – Mt 28.19; 2Co 13.13;
- Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada que é a Palavra de Deus, que foi escrita por homens divinamente inspirados. Ela é o padrão único de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17), pelo qual a conduta humana e as opiniões devem ser julgadas – 2Tm 3.16; 2Pe 1.19-21;
- Na morte vicária e expiatória de Jesus Cristo, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9).
- Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus (Rm 3.23 e At 3.19).
- Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8).
- No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus que se realiza somente pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor – Rm 3.28; Ef 2.8; (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9).
- No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12).
- Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb. 9:14 e 1 Pd. 1:15).
- No batismo bíblico no Espírito Santo, efetuado pelo Senhor Jesus Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (Mt. 3. 11; Mc. 1. 8; At 1. 5; 2. 4; 10. 44-46; 19. 1-7).
- Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1 Co 12.1-12).
- Na Segunda Vinda pré-milenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira – invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação (1Co 15.51-54; 1Ts 4.16. 17; 1 Ts 5. 2); segunda – visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (Mt 24. 27; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14).
- Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10).
- No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).
- E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).